domingo, 1 de junho de 2008

[ATRASADO] Há 4 anos sob nossa pele!


Tempos atrás eu me deparei com uma música chamada "Don't Tell Me" e foi como se ouvisse alí uma voz angelical. Sem explicações convincentes ou qualquer sentido, definitivamente me apaixonei por Avril Lavigne, e até hoje estou aqui, aliás, escrevendo esse (quase) morto blog.

O ano era 2004 e o album era Under My Skin. Haviam poucos meses que conhecera Avril e seu estilo "quero ser livre" em Let Go e confesso, ver um album novo, um tanto quanto mais pesado e diferente do que eu estava acostumado me deixou desconfiado. A garotinha de Complicated havia se transformado em uma mulher deprimida, cabisbaixa e de músicas realmente profundas. O literal sentido de under my skin estava alí, e, como num piscar de olhos, fiz sentir por mim as letras que passara a escutar

Eram cada vez maiores as descobertas sobre aquele album tão especial. As músicas passavam e eram como se minha vida fosse cantada pela Avril Lavigne! ´"É sério, a Avril conhece tanto assim de mim?" pensava. [tolo]

Bem, a resposta era clara. Obviamente que Avril conhecia, pois também já foi adolescente. E muito mais que isso, a adolescente de nossas vidas.

Se tenho de dizer uma palavra em relação a Under Mu Skin nesse último mês de maio em que ele fez aniversário é: Importante. Importante como ouvir conselhos, importante como se ouvir. Under My Skin respira Avril Lavigne. Nossa tão importante Avril Lavigne.

domingo, 4 de maio de 2008

Dó, ré, mííííííííííííííííííííí ...............


Depois de um mês hibernando este anônimo volta a se pronunciar. O motivo é nobre e aguda, na verdade laringite aguda!

A THE BEST DAMN TOUR começou há pouco mais de 2 meses e já teve de cancelar sua fase norte americana por motivos (quase) óbvios. O leitor se pergunta: Óbvio? Obviamente ele está falando uma grande besteira! Mas o fato está aí - um prejuízo de pelo menos centenas de milhares de dólares -, resta sabermos o porquê de tudo isso.

Vamos voltar um pouco no tempo para talvez chegar a uma conclusão. Em 2002, no auge do lançamento do álbum Let Go, Avril mostrava uma voz sadia e brilhantemente natural. Sim, ela escorregava aqui ou ali certas vezes, mas durante boa parte das apresentações gravadas em vídeo a que nós fãs temos acesso, sua voz continuava bela e demasiadamente grave. 2 anos e pelo menos uma centena de shows depois, Avril lança Under My Skin. Este album, menos rouco e de média exigência vocal, trazia a Avril o ponto exato de onde ela deveria continuar seguindo. Nem o gravismo de Let Go, nem o que viria a ser uma aula de agudês ao Tico e Teco The Best Damn Thing.

Bem, mais 3 anos de shows e performances na TV inabaláveis.

E eis que chegamos a 2008, a turnê do 3º album começa lenta, vai engatando a marcha e quando tudo parecia engrenado, o motor pára! Uma laringite, diz o mecânico. Mas pô, já faz mais de anos que rodo com ele e agora uma laringite fode tudo? Ahh doutor, "cê forçô" demais... Ahá!

Ideologias musicais a parte, estava claro desde o início que uma certa Lavigne estava forçando a barra. Nem nas calmas e relaxantes sessões acústicas Avril chegava ao maior tom de Hot. When You're Gone sofria para ser executada como no CD. E bem, cantar no "Late Show with David Letterman" a cada 2 meses é diferente de fazer um show de 1 hora e meia gritando para não perder o tom agudo.

Posso estar falando besteira, mas como aprendi com a Tia Maricota: "Fazer uma dissertação é defender seu ponto de vista", e o fiz. Palavras duras Avril Lavigne? Não tão dura quanto bancar do próprio bolso o prejuízo de desmarcar shows em várias cidades americanas. Sim, tenho pena, mas como diria aquele velho do contra, "pra que caçar com gato quando se tem cão?".


ENQUANTO ISSO...


Vou voltar a dormir, boa noite! ZzZzzZzzzzZzzZzz...

quarta-feira, 30 de abril de 2008

domingo, 13 de abril de 2008

Abstinência


Os leigos podem não entender, mas ficar sem uma droga da qual se é viciado por muito tempo é extremamente prejudicial a saúde da mente. Sim, e sei que milhares de fãs sentem o que eu sinto.
Imaginem uma reunião do A.A (Avrilmaníacos Anônimos) da qual participassem pelo menos umas 300 mil pessoas. As histórias sobre o quão grande é a falta de nossa musa pessoalmente seriam inacreditáveis. As descrições do prazer de vê-la ao vivo então seriam entusiasmantes.
Contudo, temos de confessar também que tanto tempo sem vê-la nos deixaram meio cabisbaixos. Além disso, admitimos que ela já não é aquela coisa viciante de outrora, mas como em nossa última tragada ela estava em toda a forma, permanecemos amantes e admiradores.

Na última semana os boatos de que ela pode não vir para o Brasil em 2008 deixou todos esses viciados em estado de euforia. Teorias, histórias e rezas surgem a cada dia para que nossa sede de Avril seja saciada ainda esse ano.

Só mais uma informação, este ano a droga Avril Lavigne está mais sintética do que nunca, e na inconfundível cor rosa choque. Delícia!

domingo, 6 de abril de 2008

Ser chato é voluntário...


Em novembro de 2007 um determinado anônimo criou um blog nada anônimo para, com todo o respeito ladies, meter o pau no fato de endeusarem a menina representada no cabeçalho acima. Afinal, ela não é uma deusa.
Em abril de 2008 o mesmo anônimo escreve esse texto para fazer o contrário.

As últimas semanas têm sido momentos turbulentos, senão um escrachado ritual de apedrejamento quanto a Avril Lavigne. Se a dita cuja demorou 5 (4 para alguns) para construir uma carreira de sucesso, grande parte de seus fãs levam semanas - até dias - para montar um jogo de dardos na qual a pontuação máxima é um grande pescoço rosa e cintilante.
O Ministério da Crítica Anônima adverte que debochar, ser ácido e irônico por si só são qualidades admiráveis. Mas muita atenção, pois o uso indiscriminado leva o ser em questão ao patamar indigesto de CHATO.

Ser debochado é dizer que o clipe de The Best Damn Thing ficou infantilmente parado. Ser chato é dizer que foi a pior "merda" que a Avril já fez. Ser ácido é dizer que a Avril vestida de cheerleader é como transformar o risonho Barney no endiabrado Eddie. Chato seria dizer que ela está patty, pois de clichê e ganso eu quero distância (thanks grandma!). Ser irônico seria dizer que Hey Mickey foi transformado, acreditem, em uma coisa ainda mais "Mundo dos Sonhos". E bem, chato seria querer algo além do que The Best Damn Thing foi.

Há duas versões do que é ser crítico. O primeiro usa seu cérebro para tornar a crítica uma ferramenta de aprendizado. O segundo vomita num texto toda sua angústia de forma demasiadamente inerte. Simples assim. Como ser chato.

ENQUANTO ISSO... VOLTEI!

Ai galera do mau, ficar fora deste blog por tantas semanas só me fez ter mais vontade de postar. Aliás, vi que surgiu por aí um genérico do famigerado Perez Hilton. Só uma pergunta: O que leva uma pessoa a perder seu tempo criticando uma pessoa famosa? Pra mim isso é fim de carreira! Ooops! Falei demais.


See you there! {;D

sexta-feira, 21 de março de 2008

Um conto de ódio!

[ESSE TEXTO DEVE SER LIDO EM TOM DE CONTO-DE-FADAS... Para os leigos!]
Era uma vez uma menina chamada Avril. Todos amavam a Avril. A Avril era a menina mais perfeita do mundo!
De repente, a Avril tomou uma pílula chamada "pílula" e "cresceu". Só que ela cresceu tanto que seu cérebro não aguentou o tranco.
Enquanto isso, todos aqueles que amavam a Avril viam o quão esticada e diferente ela estava ficando. Era estranho, pois a Avril era perfeita! E agora, ela estava não-perfeita! :O
Foi aí que a Avril esticada-de-cérebro-pequeno resolveu caminhar por seu mundo de fantasia e abrir uma válvula chamada "válvula". O que todos que a amavam não sabiam era que aquela válvula liberava um mal terrível cuja cor-d0-mal era ROSA!
Sim, rosa! Tudo ficou rosa! A Avril ficou rosa... Os amantes da Avril ficaram rosa... Meu Deus! Tudo está rosa!

Vendo essa situação BURRA e ROSA todos os amantes da Avril, ops quero dizer, todos os amantes da Avril passaram a vê-la com maus olhos.
Eles ficaram bravos, muito bravos! Pois a Avril estava "grande" e muito rosa e burra. Foi aí que todos passaram a jogar pedras e tiros na Avril. Coitadinha... Ela é tão indefesa... Desprotegida... Burra...
Amantes da Avril, vocês são muito maus! Meninos e meninas feios! Tsc Tsc Tsc!
Como se tivesse problema em ser "grande" e BURRA e ROSA!... Como já disse.. vcs são maus!

quinta-feira, 13 de março de 2008

O que quero te falar...

Não será mais um daqueles textos sobre saudosismo e o quanto sinto falta da antiga Avril, mas sim uma expressão de como um coração sente-se carente.
Tentar escrever um texto na qual peço a Avril mais sentimento é uma tarefa tão difícil quanto qualquer um pode imaginar.
É complicado dizer a uma das pessoas mais importantes (e desconhecidas) da sua vida o quanto se está carente de palavras amigas, de temas comuns a ti e daquele toque de emoção que só poderíamos ver e ouvir daquela menina tão importante.
Ainda mais confuso é escrever para uma pessoa que você sente falta dela, mesmo ela estando ali o tempo todo. Que vê-la crescer foi um desafio tão grande para mim do que para ela mesma.
Também é estranho dizer a alguém que está tão feliz que estamos carentes. E de certa forma entristecidos. Poxa, ela está tão alegre, por que estragar esse momento?
É sofrível ver uma amiga tão importante e não poder dizer ou desejar que ela fosse algo diferente, ou, no mínimo, algo mais próximos de nós.
Quem sou eu para te dizer o que deves ser?
Saiba, contudo, que sou um carente de sua presença e sua verdade tão próxima. Daqueles seus sons de emoção tão profunda. Minhas palavras sempre tao pensadas, diante dessa tentativa de lhe explicar o que sinto, tornam-se confusas e feias. Depois de muitos textos, só tenho a lhe dizer que não sei o que dizer.

Te amo!
Acho que já diz tudo...
Teh guys...

quinta-feira, 6 de março de 2008

Ai que dó!

Se vocês me acham previsível, eis que suas opiniões mudarão hoje. Eu não vou escandalizar o primeiro show da Avril da THE best DAMN TOUR.

Contudo, entretanto, todavia, não podemos deixar de falar de alguns detalhes em particular. Primeiramente, essas caras que estão metendo a boca onde ainda não há nem espaço para isso estão completamente equivocados. Claro, o show de Victoria, Ont. no último dia 5 não foi estupendo, e com absoluta certeza não foi o melhor de todos os tempos.

Mas devo deixar claro meu sentimento de peninha em relação a minha loirinha [rima desgraçada!]. Depois de espalhar para meio mundo da imprensa sua ânsia e animação para os shows da turnê, é triste ver que a grande estréia parece ter broxado em relação às expectativas. Um piano estragado, um figurino chulo e uma setlist que com certeza foi arrumado às pressas.

Quanto a produção, é inegável que a coisa está realmente maior que qualquer outra vez que a Avril tenha entrado no palco. Um show de luzes e telões deixa o visual realmente [COLORIDO e] animador, senão exaustivamente pra cima.

Uma THE best DAMN TOUR como o show de Victoria deve ser esquecido na história Lavigneana. E quanto ao "frangalho" do espetáculo... Avril, pode chorar no meu ombro, faz bem... =(

ENQUANTO ISSO... O OUTRO FALA DEMAIS!
Perez Hilton anda espalhando por aí que Avril está vendendo poucos ingressos para a turnê de 2008... Bem baby, sei que tu num és um daqueles grandes fãs da minha querida oxygen girl, mas baixaria tem limites... e baby... vai procurar o seu na cama... Fuck!
See you galerinha do malzzzzzzzz!!! Yep!

sábado, 1 de março de 2008

Licenciaram a Avril!

Confesso que quando vi Girlfriend pela primeira vez imaginei que a roupinha collegial porn star fosse pegar no mundo todo, tamanho sucesso do Big-Big musical. Entretanto, tudo não passou de um alarme falso e a vida das garotinhas by capitalismo selvagem permaneceu a mesma.
No entanto, há algumas semanas (admito que faz 13 dias que não atualizo esse blog, "perdoai-me ó Blogger todo-poderoso!"), Avril anunciou que The Best Damn Thing seria o próximo single sabor tuti-fruti, e ainda mais, que viveria uma "história de cinderela em clima de besteirol" no clipe - este, com participação mais que especiais do adorado Evan Taubenfeld e Devin Bronson. Logo que li, recebi a animada previsão paranormal de um novo produto da Mattel intitulada Barbie Patty-Power - Avril's Special Edition. Definitivamente o rosa vingará por nossas veias e o preço mais-que-justo de 1,99 nos conduzirá à loja mais próxima.

Pensando bem, por esse preço, um sorvetinho não caíria mal!

ENQUANTO ISSO, NO MUNDO ANSIOSO DESTE ANÔNIMO...

Sim galerinha do mau, está chegando a hora! O triste período de abstinência de nossas oxigenada favorita está acabando. A THE best DAMN TOUR está há 4 dias de um início que promete deixar a comunidade Lavigneana e o carro de Paris Hilton transparente, tamanha quantidade de magenta (vulgo ROSA-CHOQUE!) em objetos... senão no ar!

Aliás, o Fã da Avril ficará ligado na turnê, e claro, nos tropeços da mesma. Ninguém é perfeito baby!
See yah!

domingo, 17 de fevereiro de 2008

Que máximo!


Vez ou outra a Avril se arrisca a fazer um ensaio "muito sexy pra lá da conta"... E digamos que ela meio que quase sempre sai... "Diferente". Uma hora é um peito caído aqui, uma bundinha pastel de vento alí.

Contudo, eis que surge a já manjada revista Maxim (sim, a revista que tirou as fotos que permaneceram na comunidade da Avril Lavigne por décadas!) e faz um novo ensaio que eu poderia intitular "menina tons pastéis"... O sonho deste anônimo que vos fala nunca foi ter uma borracharia de estrada federal, mas, caso nada dê certo, com certeza este poster estará na meu calendário no mês de setembro... U-lá-lá!

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

Uma imagem diz mais que mil palavras...

Comentário: "Sem comentários... -.-' "

terça-feira, 5 de fevereiro de 2008

Queridinhos da América...

Falar sobre Evan Taubenfeld e Avril Lavigne primeiramente soa nostálgico. Num segundo momento, o pensamento do casal perfeito que todos sempre quiseram acreditar deixa claro o quanto Evan faz parte do todo chamado Avril Lavigne. Bem, a nostalgia dá lugar a alegria quando vemos o quanto Evan continuou evoluindo, e Avril desnorteando-se cada vez mais por um caminho que a própria desconhece o fim.
Hoje circulou pela internet a notícia de que Avril poderia participar do CD de estréia da banda The Black List Club, a qual Evan rege com tanta dedicação há alguns anos. Neste mês em que Girlfriend completa um ano de sucesso, uma boa notícia como essa participação não poderia ser mais oportuna.

A história de Evan e Avril é um lugar-comum a tantos fãs que os acompanham desde sempre, e tal empatia está justamente no conjunto que os dois formam. Seja pela infantil história de amor platônico, pela amizade arrebatadora ou simplesmente pela qualidade vocal, nosso casal de amigos mais queridos tem um lugar especial na história que cada um cativa com a Avril.

Se o livro de nossas vidas tivessem dois supervisores com certeza eles seria Avril Lavigne e Evan Taubenfeld. Tantos erros, lamentos e indecisões passaram pelas mãos desses carinhas que uma dedicatória inteira seria insuficiente para demonstrar o quão involuntariamente eles nos acompanharam em cada fase desse livro. Afinal, nada mais fizeram que apenas serem eles mesmos... E nós, eternos admiradores do "melhor futuro casal da América"...


ENQUANTO ISSO... SINTO-ME UM CANADENSE IDIOTA...

O Orgulho de Nappanee continua orgulhando o Canadá todo, vide as 5 categorias a qual Avril foi indicada no Juno Awards (O Grammy do american's hat). Filosofando, penso que nós fãs da Avril somos o que Billy Joe chamaria de canadian idiot... Mesmo tendo baques dignos de parada respiratória em 2007, os canadenses continuam achando Avril a artista mais cool do país, junto a Celine Dion e Feist.

Indicar The Best Damn Thing a um prêmio como o Juno Awards parece um tanto quanto equivocado, visto o calibre técnico das concorrentes C. D e F.

Afinal, se há um pedaço canadense dentro de cada um de nós, seria esse o momento de indicar Will ao Paparazzo? Ui!

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008

A volta da que foi e parece nunca ter voltado...

O documentário Avril in Mexico veio num bom momento. Quase um ano após chocar o mundo com seu transformismo rosa-choque, Avril Lavigne voltou e trouxe consigo um day in the life of digno, e que muitos esperavam há tempos.

Discussões, debates e brigas infindáveis entre fãs e atuais ex-fãs transformaram 2007 no ano da metamorfose. Contudo, quase 10 meses depois de Girlfriend e seus derivados, era inegável que boa parte da massa de fãs brasileiros ainda degustava The Best Damn Thing amargamente.

Entretanto, há alguns dias, um documentário da MTV Canadense com o criativo nome “Avril In Mexico” veio para acabar com certos tabus e definir definitivamente quem é a nova Avril Lavigne.

Se restavam dúvidas que o girl power tão defendido nos primeiros 2 álbuns havia sido extinto, temos completa certeza quando vemos uma Avril extremamente delicada nas cenas que se seguem do documentário. Ao seu lado, agora uma sempre presente Mãe Lavigne e um maquiador. A imagem de Avril viajando ao lado de uma banda repleta de homens hoje soa o improvável, senão incabível, tanto pelo fato de Avril já não combinar com o estilo rock on road de ser, tanto pelo casamento estável com o roqueiro Derick Whibley.

As cenas seguintes mostram uma Avril mais presente aos fãs. Comunicativa e sempre com um sorriso amarelo no rosto, sua simpatia beira o constrangedor. A pergunta que muitos fazem se repete: A Avril está realmente simpática ou apenas mais falsa?. Verdade ou não, os mexicanos parecem aprovar, e arrancam "suspiros" e "amo vocês" de nossa oxigenada a todo instante.

As imagens dos shows no México mostram-se pouco reveladoras sobre a The Best Damn Tour, mas conseguem agradar. Avril está enérgica, sim. Contudo, músicas mais antigas parecem morrer na praia em sua atual voz hiper aguda. Ainda assim, gritos e berros hispânicos mostram que a Avril ainda anima a galera, seja com a grudenta Girlfriend ou com as já detonadas Complicated e Sk8er Boy.

Avril in Mexico parece mais um show da TV para crescer o EGO da dita-cuja, contudo, mostra-se revelador. Revelador pelo fato de mostrar o quanto a vintona Avril Lavigne não se parece com a teen de 2002/2003, mas acima de tudo, revelador por mostra que aquela Avril jovial se foi, mas deixou cair pelo caminho um lado da Avril que todos nós sempre amamos e nunca poderemos explicar qual é... Ela simplesmente sempre esteve lá...